75 Rotações em cliques

75 Rotações! Veja as fotos de Vinicius Nunes do evento com curadoria da Radiola Urbana. De 06 a 09 de agosto, o Sesc Santana recebeu uma série de shows com reinterpretações de discos de 1975: Rodrigo Campos x “Caça à Raposa” (João Bosco), Anelis Assumpção x “Legalize It” (Peter Tosh), Vanguart x “Blood on the Tracks” (Bob Dylan) e Nina Becker + Do Amor x “Fruto Proibido” (Rita Lee e Tutti Frutti).

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Quinta, 6 de agosto: Rodrigo Campos x “Caça à Raposa” (João Bosco)

Na correria para lançar seu terceiro disco e às voltas com o o lançamento do também terceiro com seu grupo Passo Torto, Rodrigo Campos achou tempo para se dedicar à desconstrução de “Caça à Raposa”. Acompanhado de Thiago França (sax), Gian Corrêa (violão 7 cordas e cavaquinho), Dustan Gallan (guitarra e baixo) e Thomas Harres (bateria), ele convocou a ótima Iara Rennó para cantar seis faixas do repertório e se desafiou em reinventar todos os arranjos — retirando, inclusive, a letra de “Jardins de Infância” em uma leitura instrumental. No bis, fez a sua “Princesa do Mar” e praticamente exemplificou no palco as similaridades de seu lirismo e seu samba enviesado com os da dupla João Bosco / Aldir Blanc.

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Sexta, 07 de agosto: Anelis Assumpção x “Legalize It” (Peter Tosh)

Os laços (e tranças) de Anelis Assumpção com a música jamaicana são notáveis tanto em seus dois discos quanto nos shows — ela costuma levar uma versão do clássico “No, No, No” para os palcos. Para sua interpretação de “Legalize It”, ela cantou escoltada por uma banda de nove músicos (2 backing vocals, 2 guitarristas, 2 tecladistas, 1 trombonista, 1 baixista e um baterista) e tirou o público das poltronas logo depois da primeira música. A festa se fez e ficou completa com a versão do hino “Bush Doctor”, do disco homônimo de Peter Tosh.

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Sábado, 08 de agosto: Vanguart x “Blood on the Tracks” (Bob Dylan)

Declaradamente influenciada por Bob Dylan, a banda mato-grossense Vanguart demonstrou intimidade com o repertório de “Blood on the Tracks” e driblou a dificuldade de decorar as letras quilométrica ao dividi-las entre três integrantes: o violonista Hélio Flanders, o guitarrista David Dafré e o baixista Reginaldo Lincoln. No bis, trouxe dois dois maiores clássicos do bardo norte-americano para a alegria do público: “Hurricane” (do disco “Desire”, também de 1975) e “Like a Rolling Stone” (gravada em “Highway 61 Revisited”, de 1965).

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domingo, 09 de agosto: Nina Becker + Do Amor x “Fruto Proibido” (Rita Lee e Tutti Frutti)

Nina Becker e Do Amor encerraram o 75 Rotações com o show de “Fruto Proibido” e presentearam o público com a participação emocionante de Lucinha Turnbull — que chegou a integrar o Tutti Frutti, foi parceira de Rita Lee na banda Celibrinas do Éden e é creditada como a primeira mulher a tocar guitarra elétrica no Brasil. Ela cantou “Mamãe Natureza”, do disco anterior de Rita Lee (“Atrás do Porto Tem Uma Cidade”, 1974). O bis ainda trouxe de brinde uma versão de David Bowie e uma interpretação de “Eu Vou Me Salvar” (que Rita Lee gravou em “Build Up”, de 1970).

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